A prestação de Morais Sarmento, enquanto porta-voz do Governo é, em regra, segura e directa. Qualidades que têm faltado ao executivo que emanou da maioria parlamentar PSD/CDS.
A gestão de recursos comunicacionais está longe de poder atingir o primor em qualquer Governo. É bom que assim seja. Significa que os media são servidos por gente que ainda olha para o dedo quando este aponta uma lua, tantas vezes, de papel.
Contactar ministros impreparados para responder às questões que fazem a actualidade do seu sector, ou deparar com assessores incapazes de servir o interesse público, que sempre deve presidir ao impulso jornalístico, vai porém muito para lá da saudável incapacidade de qualquer executivo em fazer passar, crua, a sua mensagem.
É um défice que se paga caro na eficácia das políticas, na interacção com os grupos de interesses e, finalmente, nas urnas.
Ao que parece, Morais Sarmento prepara-se para ser com Santana o que Marques Mendes foi para Cavaco. Não lhe invejemos a tarefa.
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Por Carlos Rodrigues
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