Estão tremidas as negociações para a paz no Médio Oriente. Trump negoceia de pistola na mão, o Irão não confia nos EUA, Israel e o Hezbollah não acreditam em cessar-fogos. O Mundo observa, à espera de qualquer coisa, sem saber bem o quê. Nas mãos de Trump e Netanyahu nunca se sabe o que dali vem, apenas que nada de bom.
Os portugueses, conscientes da situação, começaram a deitar contas à vida. Uns arrumam o carro, que não há dinheiro para a gasolina; outros adiam o jantar romântico, que a ementa está pela hora da morte. As donas de casa, no seu sentido prático, trocam o bife pelas salsichas e a dourada pelas conservas, mas não faltará comida no prato.
Ninguém imaginava que chegássemos a este ponto. Sabia-se que Trump não era de fiar, mas isto?!...Enfim, é o que é, agora é aguentar, de preferência ao sol, com as ondas a bater nos pés. Na lista da mudança de hábitos que os portugueses se viram forçados a alterar, há um de que não abdicam: férias fora de casa. Pode não ser no Dubai ou nas Maldivas, ou até no Algarve, que deve estar caro. Mas há de ser nalgum sítio.
Recomenda a prudência, que em tempos de crise devemos adotar o ‘comportamento formiga’, mas há alturas em que o melhor mesmo é ser cigarra. A vida são dois dias e o de ontem já lá vai.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Há alturas em que o melhor mesmo é ser cigarra. A vida são dois dias e o de ontem já passou.
É quase surpreendente a sondagem em que Luís Montenegro surge atrás de José Luís Carneiro na preferência para primeiro-ministro.
Proposta do Governo prejudica a maioria dos eleitores do Chega.
Presidente deixa claro que o tema da corrupção não é exclusivo do Chega.
Leão XIV percebeu que Donald Trump é um caso perdido.
Vivemos num ambiente de casta em acelerada autoproteção.