Passam 36 anos desde a criação do nosso Correio da Manhã. Muitos dos leitores atuais ainda nem eram nascidos quando um pequeno grupo de empreendedores venceu a inércia instalada à sombra do Estado e dos partidos políticos e agitou as águas estagnadas da Comunicação Social portuguesa. Esse é o histórico mérito do criador do CM, Victor Direito, ousar.
Mas no Correio da Manhã olhamos sempre para o futuro. Os desafios que se colocam hoje à Imprensa são os maiores e mais decisivos desde que o jornalismo se tornou um polo decisivo na existência das sociedades democráticas.
É na distribuição das edições em papel – física, capilar, geradora de meios de subsistência para dezenas de milhar de portugueses –, e no preço que os cidadãos estão diariamente dispostos a pagar pela qualidade da Informação impressa, que se joga o futuro dos grandes projetos jornalísticos em Portugal.
O Correio da Manhã é um caso de extremo sucesso, mas sabemos que não estamos sozinhos, não devemos estar, não queremos estar. É na saudável competição – com áreas de partilha de esforço, como a distribuição – entre títulos de Imprensa que o País encontrará a diversidade e a pluralidade necessárias ao são equilíbrio democrático.
Porque sem eles não chegamos às mãos dos mais de cem mil cidadãos que nos compram todos os dias, resolvemos este ano homenagear os vendedores de jornais. Escolhemos os mais antigos de cada distrito, para termos acesso a maior registo de memória, a histórias mais ricas. Aqui ficam para os nossos leitores, algumas impressões de mulheres e homens que vendem jornais há décadas.
Mas enquanto o setor não resolve de forma saudável alguns impasses – com o fecho de alguns projetos estruturalmente deficitários, criatividade na distribuição e aceitação das regras de mercado, no preço –, o Correio da Manhã alargou a sua vocação de liderança à televisão e ao online.
O site do CM é já o líder destacado no consumo de informação generalista; e a CMTV luta pela liderança na plataforma MEO e bate-se pela rápida expansão às outras operadoras de cabo. Em Angola e Moçambique, somos já um fenómeno de consumo. Não iremos parar de crescer.
É em todas as plataformas (papel, online e TV) que exaltamos os nascimentos portugueses com a iniciativa Viva a Vida; logo de seguida lançamos o nosso elogio e agradecimento aos cidadãos que, em Portugal, arriscam a sua vida para salvar a de outros – são os Heróis CM. No final do verão, elegemos a beleza e sensualidade no Sexy 20
O ano de 2015 fica marcado por mais uma iniciativa de longo prazo: o CM lançou a Geração Arte. Um projeto que procura desenvolver a autoestima dos nossos jovens criativos, a quem muitas vezes falta uma luz no fundo do túnel. Essa luz, cabia ao CM acendê-la. Aqui está, diariamente, nas nossas páginas.
Aos Leitores, o nosso agradecimento pela confiança.
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