Aguiar-Branco afirma que Portugal continua ao lado do povo ucraniano sem hesitações

Presidente da Assembleia da República divulgou posição no dia em que se assinalam quatro anos da intervenção militar da Federação Russa no território ucraniano.

24 de fevereiro de 2026 às 12:28
Aguiar-Branco Foto: Direitos Reservados
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O presidente da Assembleia da República afirmou esta terça-feira que Portugal, quatro anos depois da invasão militar da Ucrânia pela Rússia, continua ao lado do povo ucraniano sem hesitações, em defesa da democracia e do Estado de Direito.

Esta posição de José Pedro Aguiar-Branco, divulgada no dia em que se assinalam quatro anos da intervenção militar da Federação Russa no território ucraniano, foi publicada na página do parlamento.

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Na sua mensagem, o presidente da Assembleia da República recorda 24 de fevereiro de 2022 como "um dia triste".

"Um dia que nos recorda que a paz, a democracia e a liberdade nunca podem ser dadas como adquiridas. Têm de ser preservadas e construídas todos os dias, por cada um de nós", adverte.

José Pedro Aguiar-Branco salienta, depois, que a questão da Ucrânia "não é um problema distante", mas "uma guerra que acontece à porta da Europa".

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"Pela sua proximidade, tem tudo a ver connosco. É uma guerra que viola e coloca em risco os valores que são também os nossos. Quatro anos depois, continuamos ao lado da Ucrânia e do seu povo sem hesitações e continuamos a defender os nossos valores partilhados", advoga.

Especifica, logo a seguir, nesta sua mensagem, que esses valores são os da "democracia, do Estado de Direito, da soberania, da integridade territorial, dos direitos humanos e direito internacional".

"É esse o mundo que juntos queremos construir", acrescenta.

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Por motivos de saúde, o presidente da Assembleia da República teve de cancelar a sua agenda prevista para esta segunda-feira.

Pelas 11:00, na sala de vistas do parlamento, tinha um encontro com jovens ucranianos que se encontram em Portugal ao abrigo do programa «Bring Kids Back UA». Um encontro que seria acompanhado pelas embaixadoras da Ucrânia e do Canadá.

Na parte da tarde, na Nova SBE, em Carcavelos, José Pedro Aguiar-Branco deveria abrir uma conferência também no âmbito do mesmo programa que pretende fazer regressar à Ucrânia crianças separadas das suas famílias e que foram deportadas para a Rússia. Nesta conferência, será substituído pela vice-presidente da Assembleia da República Teresa Morais, deputada social-democrata.

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