André Ventura diz que reforma laboral "é má" e "não deve ser aprovada" mas admite negociar

Presidente do Chega disse que, depois da reunião com o primeiro-ministro, na quarta-feira, "esta tarde haverá contactos entre as lideranças de bancada para se continuar a trabalhar nestas matérias".

15 de maio de 2026 às 12:59
André Ventura, líder do hega Foto: Tiago Petinga/Lusa
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O líder do Chega, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.

"Ou há um caminho de convergência e esta lei se transforma de má em boa, ou esta lei assim não serve, tem o efeito contrário de prejudicar quem trabalha e desproteger ainda mais quem já está numa situação precária", afirmou.

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Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o presidente do Chega manteve a abertura para o diálogo e disse que, depois da reunião com o primeiro-ministro, na quarta-feira, "esta tarde haverá contactos entre as lideranças de bancada para se continuar a trabalhar nestas matérias".

"Ao ponto em que estamos, esta reforma laboral é má, não deve passar e não deve ser aprovada", indicou.

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