Bloco de Esquerda denuncia praxe que considera "absolutamente inaceitável"

"Humilhante e violenta". Foram estas as palavras que o partido usou para descrever o vídeo divulgado nas redes sociais.

28 de setembro de 2018 às 21:33
Bloco de Esquerda denuncia praxe que considera "absolutamente inaceitável" Foto: Facebook
Bloco de Esquerda denuncia praxe que considera "absolutamente inaceitável" Foto: Facebook
Bloco de Esquerda denuncia praxe que considera "absolutamente inaceitável" Foto: Facebook
Bloco de Esquerda denuncia praxe que considera "absolutamente inaceitável" Foto: Facebook

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O Bloco de Esquerda denunciou esta sexta-feira uma praxe ocorrida na Universidade de Évora que foi divulgada através de um vídeo no Facebook. Nessas imagens é possível ver um jovem a ajoelhar-se sobre as mãos, colocando a cabeça sobre um monte de farinha. Esse mesmo estudante pede que a praxe termine indicando desagrado com a atividade e os responsáveis a não acederem ao pedido. 

"Não me interessa, desenmerde-se", diz um dos jovens. 

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"Não me interessa, desenmerde-se", diz um dos jovens. O partido indicou que a atividade decorreu no Rossio de São Brás, em Évora, e classificou a praxe como "humilhante e violenta" no site Esquerda.net.

Num comunicado feito pelo partido, o Bloco de Esquerda anuncia que já deu conhecimento do caso ao Governo e pediu respostas. 

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"O Bloco de Esquerda realça que é "absolutamente inaceitável" que estas práticas continuem a ser toleradas e pergunta ao MCTES, nomeadamente, se tem conhecimento da situação; se está disponível para "intervir de forma clara e consequente sobre a realização de praxes no seio das instituições de ensino superior, assumindo uma posição em defesa da dignidade dos e das estudantes e condenando todo o ato de violência e humilhação que esta atividade promove"; se tenciona "implementar outras medidas para combater a violência praxística", face à manutenção destas práticas humilhantes e violentas", lê-se naquele site.O partido dirige-se ainda à Universidade de Évora e questiona se esta está disposta a "intervir de forma clara e consequente sobre a realização de praxes, assumindo uma posição em defesa da dignidade dos e das estudantes e condenando todo o ato de violência e humilhação que esta atividade promove e se considera tomar medidas para combater a violência praxística".

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