Fogo em sede do Chega sem origem em instalação elétrica. Maior concentração de calor verificada junto à janela do espaço

Partido paga 600 euros de renda mensal, mais 40 euros de água e luz, e estima prejuízos de cerca de 3000 euros.

25 de agosto de 2026 às 12:48
André Ventura visitou sede do Chega em Évora que ardeu Foto: Direitos reservados
André Ventura visitou sede do Chega em Évora que ardeu Foto: Direitos reservados
André Ventura visitou sede do Chega em Évora que ardeu Foto: Direitos reservados

1/3

Partilhar

Os bombeiros excluem possibilidade de que o incêndio na sede do Chega em Évora, na semana passada, tenha sido provocado por alguma instalação elétrica e denotam que o local com maior concentração de calor encontrava-se na zona junto à janela do espaço do partido liderado por André Ventura.

Os operacionais foram acionados para um segundo incêndio naquele edifício, "cerca de duas horas após a primeira ocorrência" e confirmaram as chamas que estavam visíveis a partir de uma janela do 1.º andar, que corresponde às instalações da sede do partido Chega, revelam os bombeiros no relatório ao qual o CM teve acesso.

Pub

O dono do edifício tinha estado no local com um eletricista, que referiram ter saído do interior do prédio cerca de cinco minutos antes de se aperceberem da nova ocorrência. O proprietário disse aos bombeiros que detetou um foco de incêndio "sensivelmente em simultâneo", no qual utilizaram um extintor.

Os bombeiros afirmam que a origem do incêndio ainda está por apurar, destacando ser "evidente o corte da alimentação elétrica efetuado pela E-REDES e de os quadro elétricos se encontrarem desligados".

O líder do Chega, André Ventura, disse ao CM que se trata de fogo posto. “O relatório deixa claro que já não havia eletricidade nenhuma no prédio e que a zona de impacto térmico do segundo incêndio foi junto à janela. Isto foi quase de certeza fogo posto”.

Pub

O espaço era alugado pelo partido e não tinham seguro do recheio que ficou danificado pelas chamas. O Chega paga 600 euros de renda mensal do espaço, mais 40 euros de água e luz. Após o incêndio, o partido estima prejuízos de cerca de 3000 euros entre vários objetos e mobiliário, como sofás, estantes, frigorífico, máquina de café e material de campanha.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar