Governo justifica com falta de meios patrulhamento de Lisboa pelo Corpo de Intervenção

Ministro da Administração Interna defende que a mistura de polícias na rua dá "uma imagem da presença do Estado no território".

05 de maio de 2026 às 16:14
Luís Neves, ministro da Administração Interna Foto: Manuel de Almeia/Lusa/EPA
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O ministro da Administração Interna justificou, esta terça-feira, com a falta de meios o recurso ao Corpo de Intervenção para patrulhar Lisboa, defendendo que a mistura de polícias na rua dá "uma imagem da presença do Estado no território".

"O problema é de todos conhecido e reconhecido: falta de meios. (...) Sendo um problema, nós temos de utilizar os meios todos que temos para podermos cumprir a nossa missão", sustentou Luís Neves, agradecendo aos elementos do Corpo de Intervenção "terem abraçado" uma missão que não é aquela para que este foi criado.

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Questionado em Belas, Sintra, à margem do 18.º aniversário da Unidade Especial de Polícia (UEP) da PSP sobre se tal não poderá afetar a imagem de Lisboa aos olhos dos turistas, o governante lembrou que tal já acontece noutras capitais europeias.

"As populações querem ver (...) polícias na rua, e os polícias na rua - quer os de proximidade, do giro, no dia-a-dia, quer os do Corpo da Intervenção -, fazendo esta mescla dão uma imagem de presença do Estado no território, junto das populações", afirmou.

Segundo o 'site' oficial da PSP, o Corpo de Intervenção é uma das cinco subunidades que dão forma à UEP e "é especializado em ações de manutenção e reposição da ordem pública, sobretudo quando esta é gravemente alterada".

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