Jerónimo de Sousa defende Rita Rato e recusa estigma por ser do PCP
Posição do líder do PCP surge após várias críticas de historiadores e museólogos à falta de experiência e currículo da ex-deputada.
O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu ésta quinta-feira a ex-deputada comunista Rita Rato das críticas à escolha para diretora do Museu do Aljube, em Lisboa.
Jerónimo de Sousa disse, “com preocupação”, que não se deve “penalizar alguém, por causa desta ou daquela opção partidária”. “Que ninguém pense em lançar esse estigma porque isso acabou há 46 anos, com o 25 de Abril de 1974”.
A posição de Jerónimo surge depois de várias críticas de historiadores e museólogos à falta de experiência e currículo de Rita Rato.
Esta quinta-feira, a presidente do comité português do Conselho Internacional dos Museus, Maria de Jesus Monge, disse ter ficado “surpreendida”, porque a ex-deputada “não apresenta o perfil adequado”. Contudo, a EGEAC, que selecionou Rita Rato, garante que esta apresentou “uma visão integrada” para o museu e “destacou-se” entre os concorrentes. Rita Rato inicia funções como diretora do Museu do Aljube a 1 de agosto.
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