Montenegro defende que para haver acordo laboral é necessário "cedência da UGT"

Primeiro-ministro diz que "o único parceiro que ainda não cedeu foi a UGT".

23 de abril de 2026 às 18:09
Luís Montenegro, primeiro-ministro Foto: Duarte Roriz
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O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira que, para haver um acordo sobre o pacote laboral, é necessário que haja "uma cedência da UGT", considerando que foi o "único parceiro que ainda não cedeu" e pedindo-lhe que não mostre "intransigência total".

"Aquilo que é necessário agora para poder haver um acordo é que haja também uma cedência por parte da UGT. Porque, em bom rigor, sobre aquilo em que não houve acordo, o único parceiro que ainda não cedeu foi a UGT", afirmou Luís Montenegro em declarações aos jornalistas à chegada à cimeira informal dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE), em Agia Napa, Chipre.

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O primeiro-ministro afirmou que é necessário "aproveitar as próximas duas semanas para, de forma tranquila e sem paixões partidárias metidas ao barulho", fazer uma "avaliação final" para que não se prolonguem mais as negociações.

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