PIB e défice ajudam campanha do PS

INE traz boas notícias: défice do primeiro semestre está nos 1,9% e crescimento terá atingido os 3%.

23 de setembro de 2017 às 01:30
António Costa Foto: Getty Images
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O défice no primeiro semestre do ano atingiu os 1,9% e a riqueza nacional terá crescido 3% até agosto - o número mais elevado em quase duas décadas. Os números do INE revelados ontem não podiam ter chegado em melhor altura para os socialistas.

O Presidente da República espera que a meta dos 1,5% seja cumprida e tudo leva a crer que isso venha a acontecer. Nem a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos deve prejudicar as contas. "Já é claro" que a CGD não terá impacto, assegurou Costa.

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A oito dias das eleições, os números não podiam chegar em melhor altura para o PS e o tema acabou por dominar os discursos dos líderes. O primeiro-ministro apressou-se a capitalizar os resultados. "Quando se está no caminho certo, há uma coisa a fazer: é não mudar de caminho, e dar-lhe continuidade", disse António Costa.

No PS cresce a ideia de que o partido vai reforçar ainda mais a presença autárquica pelo País.

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Passos Coelho tenta chamar a si algum mérito e considera que os números são "os esperados". "O desempenho da economia em 2015 foi ainda mais robusto e isso ainda deu uma ajuda para 2016", defendeu o ex-primeiro-ministro.

Já a líder do CDS, Assunção Cristas, desafiou António Costa a aproveitar os sinais positivos para "coisas essenciais para as populações".

À esquerda, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou os dados uma "evolução positiva" que confirma os benefícios da devolução de rendimentos e direitos aos portugueses.

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Já Catarina Martins usa os números para pedir a Costa que faça "o investimento público que estava previsto".

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