Portugal só irá aderir ao Conselho de Paz criado por Trump se se cingir ao conflito israel-palestiniano
Organização "foi proposta pelos Estados Unidos para este conflito israelo-palestiniano, gostaríamos que se cingisse a isso", reforçou, lembrando que a posição é seguida por outros Estados.
Portugal só irá aderir ao Conselho de Paz criado pelo Presidente norte-americano se o âmbito da organização se cingir ao conflito israelo-palestiniano, afirmou esta terça-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
"O 'Board of Peace' [Conselho de paz] é perfeitamente enquadrável se se restringir a Gaza", afirmou Paulo Rangel na sua intervenção numa conferência sobre "O futuro da segurança da Europa", que hoje decorre na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
A organização "foi proposta pelos Estados Unidos para este conflito israelo-palestiniano, gostaríamos que se cingisse a isso", reforçou, lembrando que a posição é seguida por outros Estados, incluindo o Brasil.
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