Portugal só irá aderir ao Conselho de Paz criado por Trump se se cingir ao conflito israel-palestiniano

Organização "foi proposta pelos Estados Unidos para este conflito israelo-palestiniano, gostaríamos que se cingisse a isso", reforçou, lembrando que a posição é seguida por outros Estados.

27 de janeiro de 2026 às 11:32
Paulo Rangel Foto: ANTÓNIO COTRIM
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Portugal só irá aderir ao Conselho de Paz criado pelo Presidente norte-americano se o âmbito da organização se cingir ao conflito israelo-palestiniano, afirmou esta terça-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.

"O 'Board of Peace' [Conselho de paz] é perfeitamente enquadrável se se restringir a Gaza", afirmou Paulo Rangel na sua intervenção numa conferência sobre "O futuro da segurança da Europa", que hoje decorre na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

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A organização "foi proposta pelos Estados Unidos para este conflito israelo-palestiniano, gostaríamos que se cingisse a isso", reforçou, lembrando que a posição é seguida por outros Estados, incluindo o Brasil.

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