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Costa sublinha que "projeções otimistas" do FMI não se devem "aos astros"

Primeiro-ministro defendeu que crescimento económico deve-se à capacidade de trabalho e iniciativa dos industriais portugueses.
Por Lusa|17.04.18
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O primeiro-ministro defendeu esta terça-feira que as "projeções otimistas" do FMI para o crescimento económico de Portugal "não se devem aos astros" mas à capacidade de trabalho e iniciativa dos industriais portugueses e à "excelência dos recursos humanos".

"Não deixa de ser significativo, mas por razões que não se devem aos astros mas por razões que se devem à capacidade de trabalho e iniciativa dos nossos industriais, excelência dos nossos recursos humanos que faz atrair para Portugal investimento estrangeiro que seguramente há alguns anos atrás não viria procurar Portugal", salientou António Costa, em Guimarães, à margem da apresentação de uma plataforma de vendas 'online' que agrega cerca de 10 marcas de calçado.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu esta terça-feira em alta a estimativa de crescimento da economia portuguesa deste ano para 2,4%, uma previsão que fica ligeiramente acima do estimado pelo Governo, que prevê que a economia portuguesa cresça 2,3% no conjunto deste ano, segundo o Programa de Estabilidade 2018-2022 entregue na sexta-feira à Assembleia da República.

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