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António Costa afirma que Pedro Nuno Santos é o timoneiro para Portugal estar no Cabo da Boa Esperança

Primeiro-ministro cessante manifesta-se confiante na vitória do PS.

08 de março de 2024 às 14:45

O primeiro-ministro cessante, António Costa, manifestou-se esta sexta-feira confiante na vitória do PS, e avisou que Portugal enfrentou a tormenta em luta contra a inflação e precisa de Pedro Nuno Santos como timoneiro no Cabo da Boa Esperança.

Esta posição foi assumida por António Costa no tradicional almoço da Trindade, em Lisboa, antes da intervenção do secretário-geral do PS e da tradicional descida do Chiado, numa iniciativa que contou com a presença do antigo líder socialista Ferro Rodrigues e do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva.

Nesta sua segunda participação na campanha eleitoral para as legislativas de domingo, o ex-secretário-geral socialista abriu a sua intervenção com uma nota de otimismo: "Este almoço na Trindade significa que estamos a dois dias de uma grande vitória do PS e de eleger Pedro Nuno Santos como o próximo primeiro-ministro".

Depois, o ex-secretário-geral do PS procurou sintetizar o que, na sua opinião, está em causa nas eleições de domingo.

"Agora, que tudo indica termos conseguido dobrar o cabo das tormentas é preciso garantir que este momento de mudança nos faça mesmo estar no cabo da Boa Esperança. É fundamental não andarmos para trás e não destruirmos o que foi feito", disse.

Para António Costa, "com um novo timoneiro, o Pedro Nuno Santos, é preciso dar "um novo impulso à caminhada iniciada em 2015".

Antes, o primeiro-ministro salientou que "estes últimos dois anos foram muitos exigentes para os portugueses, para as empresas e para Governo".

"Foram mais difíceis do que nos dois anos de pandemia [da covid-19]. Na pandemia, o desafio foi maior, o impacto na vida das pessoas foi superior, mas sabíamos que com prevenção e com vacina que se conseguia combater a doença. No combate a inflação foi bastante mais difícil sobre como fazer", justificou.

António Costa assinalou que a inflação atingiu 10,2% em outubro de 2022, mas já baixou até à casa dos 2%.

"As taxas de juros estabilizaram e há a perspetiva de que possam começar a cair. No último trimestre do ano passado, Portugal foi o país da União que mais cresceu, com o emprego em máximos e a OCDE a dizer-nos que teve o terceiro maior aumento real de rendimentos das famílias", assinalou.

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