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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Cavaquistas vão dividir os apoios

Paulo Teixeira Pinto preside à comissão de honra de Pedro Passos Coelho na corrida à liderança do PSD. O ex-presidente do BCP já tinha apoiado o candidato em 2008. Miguel Horta e Costa e Luís Todo Bom, ambos antigos secretários de Estado de Cavaco Silva, também integram a lista de apoios. Já o candidato Paulo Rangel conta com Amândio de Azevedo, ex-ministro do Bloco Central e que integrou a direcção de Cavaco Silva, e Pedro Lynce.

10 de março de 2010 às 00:30

Na bancada do partido, liderada pelo também candidato José Pedro Aguiar-Branco, os deputados Fernando Negrão, Campos Ferreira e Luís Montenegro declararam ontem apoio a Passos Coelho, vinte e quatro horas depois do primeiro debate a quatro na corrida à liderança do partido, no Porto. O Programa de Estabilidade e Crescimento dominou as intervenções, mas também a vida interna do PSD.

A regionalização e a privatização da RTP foram outros dos temas abordados. Todos se uniram contra o primeiro-ministro. Nas perguntas e respostas, as farpas maiores foram entre Passos e Rangel. Numa réplica sobre os problemas estruturais do País e os desígnios nacionais, Passos respondeu a Rangel: "Em primeiro lugar, o futuro tem que ser aliviar o peso da dívida. Mas não é o primeiro desígnio. Se fosse, bastaria que alguém suficientemente rico, engenhoso, (..), nos passasse um bom cheque para nos aliviar a dívida". Já Castanheira de Barros discursou com barulho de fundo na sala. O próximo debate a quatro é na RTP, a 22 de Março.

A poucos dias do congresso extraordinário, Marques Mendes, ex-líder do PSD, ainda não decidiu se vai ou não a Mafra.

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