Partido vai avançar também com um voto de condenação formal na Assembleia da República.
O Chega vai avançar com um processo contra o primeiro-ministro, António Costa, por este ter apelidado o partido de "extrema-direita xenófoba e racista".
Segunda-feira em entrevista à TVI, António Costa defendeu ser um fator "da maior gravidade" os sociais-democratas em Portugal terem dado "um passo que a direita democrática na Europa tem resistido a dar, que é fazer um acordo com um partido da direita xenófoba".
O líder do PSD-Açores, José Manuel Bolieiro, foi indigitado no sábado presidente do Governo Regional pelo representante da República para os Açores, Pedro Catarino.
O PS venceu as eleições legislativas regionais, no dia 25 de outubro, mas perdeu a maioria absoluta, que detinha há 20 anos, elegendo 25 deputados.
PSD, CDS-PP e PPM, que juntos representavam 26 deputados, anunciaram esta semana um acordo de governação, tendo alcançado acordos de incidência parlamentar com o Chega e o Iniciativa Liberal (IL).
Com o apoio dos dois deputados do Chega e do deputado único do IL, a coligação de direita soma 29 deputados na Assembleia Legislativa dos Açores, um número suficiente para atingir a maioria absoluta.
Leia o comunicado na íntegra:
A Direção Nacional do CHEGA, após reunir em plenário, decidiu avançar judicialmente contra o primeiro - ministro português, Dr.antonio Costa, por ter apelidado o partido de "extrema-direita xenófoba e racista" e "o pior que existe na Europa".
O CHEGA é um partido legítimo, legalizado pelo Tribunal Constitucional português e, portanto, nunca poderia ter as características criminosas que são elencadas pelo primeiro ministro. António Costa terá de responder pelas afirmações que fez, previsivelmente junto do Supremo Tribunal de Justiça.
O CHEGA avançará também com um voto de condenação formal na Assembleia da República, ao sr. Primeiro-ministro, pelas lamentáveis declarações feitas e que colocam em causa não apenas o Chega como tambem o PSD e o CDS, devido ao atual contexto de governação nos Açores. Esperamos, por isso, o apoio destes partidos neste voto solene de condenação.
Por fim, o CHEGA lamenta que um primeiro ministro revele total desnorte e desonestidade num momento em que começa a ver o poder fugir lhe das mãos e não hesite em denegrir se forma brutal e mentirosa os seus adversários políticos.
Segunda-feira em entrevista à TVI, António Costa defendeu ser um fator "da maior gravidade" os sociais-democratas em Portugal terem dado "um passo que a direita democrática na Europa tem resistido a dar, que é fazer um acordo com um partido da direita xenófoba".
O líder do PSD-Açores, José Manuel Bolieiro, foi indigitado no sábado presidente do Governo Regional pelo representante da República para os Açores, Pedro Catarino.
O PS venceu as eleições legislativas regionais, no dia 25 de outubro, mas perdeu a maioria absoluta, que detinha há 20 anos, elegendo 25 deputados.
PSD, CDS-PP e PPM, que juntos representavam 26 deputados, anunciaram esta semana um acordo de governação, tendo alcançado acordos de incidência parlamentar com o Chega e o Iniciativa Liberal (IL).
Com o apoio dos dois deputados do Chega e do deputado único do IL, a coligação de direita soma 29 deputados na Assembleia Legislativa dos Açores, um número suficiente para atingir a maioria absoluta.
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