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Chega defende reabilitação urgente dos tribunais nos Açores

Partido recomenda ao Governo da República a implementação urgente de um plano integrado de reabilitação, conservação e modernização dos edifícios judiciais.

02 de maio de 2026 às 18:04

O grupo parlamentar do Chega na Assembleia da República apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo da República a implementação urgente de um plano integrado de reabilitação, conservação e modernização dos edifícios judiciais açorianos, foi este sábado anunciado.

Em nota de imprensa, o Chega/Açores alerta que o estado dos tribunais do arquipélago evidencia "fragilidades estruturais, humanas e tecnológicas" que "comprometem seriamente o normal funcionamento do sistema judicial e o direito dos cidadãos a uma justiça em prazo razoável".

Face ao cenário, "o grupo parlamentar do Chega na Assembleia da República apresentou um projeto de resolução para que o Governo da República -- de quem depende a justiça na região -- promova, com caráter de urgência, um plano integrado de reabilitação, conservação e modernização dos edifícios".

Segundo a estrutura regional, a proposta (sem força de lei) inclui a definição de um cronograma de intervenções e a respetiva estimativa orçamental, com prioridade para o Tribunal Judicial da Comarca dos Açores e o Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

A deputada Ana Martins, eleita pelo círculo dos Açores à Assembleia da República, refere, citada na nota, que o objetivo é que a República faça também uma avaliação técnica de todos os edifícios judiciais do arquipélago, com "identificação e correção das deficiências ao nível da segurança, salubridade, acessibilidade, climatização, ventilação e instalações elétricas".

Preconiza-se também a adoção de medidas que garantam condições específicas de valorização e estabilidade para os trabalhadores judiciais, tendo em conta as especificidades da insularidade e da ultraperiferia.

Paralelamente, defende-se a modernização tecnológica dos tribunais açorianos, com sistemas informáticos eficazes, equipamentos adequados e meios de conectividade fiáveis, com vista à melhoria da tramitação processual.

Para Ana Martins, é "urgente uma resposta concreta do Estado" que assegure "igualdade de oportunidades, serviços públicos de qualidade e o respeito pelos direitos dos cidadãos das regiões autónomas".

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