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Constitucional sem dinheiro para vigiar contas de partidos

Uso de subvenções públicas atribuídas em 2023 só este ano vai ser auditado. Orçamento da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos não permitiu que fosse feito antes. Agora, há 139 processos acumulados.

24 de abril de 2026 às 01:30

 As contas anuais dos partidos de 2023, 2024 e 2025, bem como das campanhas eleitorais realizadas nesse período, só deverão começar a ser alvo de auditoria externa este ano. Não o foram antes porque a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), que funciona junto do Tribunal Constitucional (TC), não tinha dinheiro para as pagar. Em causa está a fiscalização da utilização de subvenções públicas milionárias. Por exemplo, só em 2026, a Assembleia da República prevê que sejam distribuídos 40,6 milhões de euros pelas forças políticas que se apresentaram a eleições.

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