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Artigo exclusivo

Estado exige 4,3 milhões de euros a antigos gestores do BPN

Parvalorem pede indemnização por créditos herdados do BPN. Tribunal da Relação dá razão à entidade do Estado.

17 de janeiro de 2026 às 01:30

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Antiga sede do BPN,  em Lisboa
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Quase nove anos depois da sentença do caso BPN, a Parvalorem, entidade do Estado que herdou os ativos tóxicos do banco, exige o pagamento de uma indemnização de 4,3 milhões de euros aos antigos gestores do BPN condenados por burla qualificada. A indemnização começou por ser exigida a Oliveira e Costa, ex-presidente do BPN já falecido, Ricardo Oliveira, empresário já falecido, Luís Caprichoso, Leonel Mateus e Luís Almeida, ex-administradores do BPN, mas agora é exigida a estes três últimos gestores. O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) concluiu agora, em resposta a um recurso da Parvalorem, que esta entidade pública tem legitimidade para pedir a indemnização, revogando a decisão do tribunal de primeira instância que absolvera os réus da instância e extinguira o processo.

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