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Correio da Manhã

Política
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"Foi uma vitória da responsabilidade": Costa reage ao chumbo da contagem integral do tempo de serviço dos professores

Costa faz declaração após chumbo da contagem integral do tempo de serviço dos professores
10 de Maio de 2019 às 15:11
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
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António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
António Costa ameaça demitir-se caso o diploma dos professores seja aprovado
O primeiro-ministro fez esta sexta-feira, a partir da residência oficial, em São Bento, uma "breve declaração", após o parlamento ter chumbado em votação final global o diploma que pretendia contabilizar a totalidade do tempo de serviço dos professores.

Na sua intervenção, António Costa disse que "é garantido a todos os professores os descongelamento da carreira como a recuperação possível do tempo de serviço que esteve congelado".

O primeiro-ministro afastou o cenário da ameaça de demissão do Governo, considerando que constituiu uma vitória da responsabilidade a reprovação do diploma que pretendia contabilizar a totalidade do tempo de serviço dos professores. Para Costa, este "foi um resultado clarificador e uma vitória da responsabilidade".

O primeiro-ministro diz que agora é importante "dar continuidade ao percurso que temos vindo a fazer". Costa referiu que "para já temos de cumprir o programa do Governo. Cumprimos o descongelamento das carreiras e conseguimos ir mais além. Procurámos mitigar a perda do tempo em que a carreira dos professores esteve congelada".

Para António Costa, a votação desta sexta-feira foi um "resultado equilibrado, responsável e que nos deixa um caminho aberto para continuar a crescer" no País.

Questionado sobre o "golpe de teatro" desta crise política, Costa explicou que o "Governo não fez teatro, falou a verdade dizendo aos professores o que era possível fazer. Se isso tem custos, terá os custos políticos que tiver que ter. Mas não podia ter o custo da verdade, custo financeiro e custo da nosaa credibilidade".

O primieiro-ministro referiu que agora esperar "que a paz possa regressar às escolas onde temos de nos concentrar no trabalho em conjunto para a redução do insucesso escolar e trabalhar para o sucesso educativo". 

Na semana passada, numa declaração ao país, o primeiro-ministro comunicou que o Governo se demitiria caso a Assembleia da República aprovasse em votação final global o texto saído da Comissão Parlamentar de Educação, prevendo o princípio de que os professores recuperariam nove anos, quatro meses e dois dias do tempo de serviço alvo de congelamento no período entre 2011 e 2017.

Uma medida que o executivo socialista estimou que teria um impacto na ordem dos 800 milhões de euros em ano cruzeiro de aplicação.

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