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Governo português lamenta morte do rei Harald V que recorda como "referência moral"

MNE endereçou ao homólogo norueguês, Espen Barth Eide, "as mais sentidas condolências pelo falecimento de sua majestade".

28 de agosto de 2026 às 14:01

O Governo português transmitiu esta sexta-feira às autoridades norueguesas as "mais sentidas condolências" pela morte do Rei Harold V, que recordou como "uma referência moral" que uniu tradição e modernidade.

O ministro dos Negócios Estrangeiros endereçou ao homólogo norueguês, Espen Barth Eide, "as mais sentidas condolências pelo falecimento de sua majestade", o rei Harold V, indicou o Ministério liderado por Paulo Rangel, numa publicação nas redes sociais.

O Governo expressou também "a solidariedade do povo português com o povo norueguês, diante da memória do rei Harold V, referência moral que soube casar a tradição com a modernidade e o progresso".

O rei Harold V da Noruega, que se encontrava hospitalizado devido a complicações relacionadas com uma doença sanguínea, morreu hoje aos 89 anos, anunciou o Palácio Real norueguês.

"É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de sua majestade o rei Haroldo. O rei Harold faleceu pacificamente no Hospital Nacional [Rikshospitalet] na sexta-feira, 28 de agosto, às 06h35" (05h35 em Lisboa, de acordo com um comunicado.

Decano dos monarcas da Europa, Harold V, que assumiu o trono da Noruega em 1991, após a morte do pai, rei Olav (1903-1991), sofria de anemia hemolítica, uma doença do sangue que provoca a destruição anormalmente rápida dos glóbulos vermelhos, e estava internado há cerca de uma semana.

O príncipe herdeiro, de 53 anos, tornou-se hoje rei Haakon VIII e chefe de Estado da Noruega.

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