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Jardim diz que Portugal precisa de "uma revolução tranquila"

"Neste país toda a gente protesta mas tudo isto é uma fantochada", disse Alberto João Jardim.

08 de abril de 2015 às 14:45

O presidente demissionário do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje, que Portugal precisa de uma "revolução tranquila".

Alberto João Jardim fez esta observação durante uma visita a vários serviços do Hospital Dr. Nélio Mendonça onde comentou a decisão do Tribunal Constitucional (TC) que terça-feira indeferiu todos os recursos relativos às eleições regionais na Madeira, incluindo os que pediam uma nova contagem dos votos, deixando incólume a Comissão Nacional de Eleições (CNE).

O Tribunal Constitucional (TC) indeferiu os cinco recursos interpostos por PSD, CDS-PP, CDU, MAS e Plataforma dos Cidadãos e com esta decisão ficaram confirmados os resultados das eleições de 29 de março, que deram ao PSD 24 deputados e a sua 11.ª maioria absoluta. "Neste país toda a gente protesta mas tudo isto é uma fantochada e a Comissão Nacional de Eleições (CNE) é uma peça de um sistema que está montado, esta de raiz estalinista da Constituição de 76, e o sistema é, apesar dos discursos diferentes dos partidos, todos são do sistema ", disse, concluindo que "os partidos, hoje, são peças decorativas enquanto não aparecer nada de novo".

"Eu sempre fui o homem da revolução tranquila, eu não precisei de fazer nenhuma renovação [lema da candidatura do atual líder do PSD-M, Miguel Albuquerque], fiz uma revolução em vez de uma renovação e fiz uma revolução tranquila e vou continuar no caminho da revolução tranquila. É preciso haver uma revolução tranquila em Portugal", destacou.

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