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Macário afasta-se de outros casos

Macário Correia confirmou ontem que se mantém em funções como presidente da Câmara de Faro – mesmo depois de o Tribunal Constitucional confirmar a sentença de perda de mandato – por a condenação se prender "com um processo administrativo, e não por violação da lei 34/87 [crimes dos titulares dos cargos políticos], como acontece noutros casos".

26 de janeiro de 2013 às 01:00

Em conferência de imprensa, o autarca reafirmou que não cometeu "qualquer ilegalidade" e admitiu sentir-se "injustiçado" e "magoado". Por isso, promete continuar a lutar "em todas as instâncias possíveis", para provar a inocência.

Para já, e tal como o CM noticiou ontem, Macário Correia pediu uma aclaração da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que recusou o recurso apresentado pelo autarca, e confirmou a decisão do Supremo Tribunal Administrativo – que o condenou à perda de mandato. Sem avançar se se candidata às autárquicas de outubro, o ainda presidente da Câmara de Faro garantiu que "mesmo condenado", poderá recandidatar--se à autarquia. Até receber uma resposta do TC, Macário diz que vai aguardar "serenamente, continuando a trabalhar".

Em reação, Luís Graça, líder do PS Faro, afirmou que o autarca se "colocou fora da lei e contra os tribunais". E pediu que PSD e CDS-PP digam "se Macário Correia, por ser do partido do Governo, está acima da lei e acima dos tribunais".

BE, PCP e movimento Com Faro no Coração também criticaram a posição do autarca.

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