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Montenegro diz querer uma Europa "firme" e continua sem se posicionar sobre candidatos presidenciais

Luís Montenegro esteve reunido com os chefes de Estado do bloco europeu para discutir os princípios fundamentais da polícia externa da União Europeia, face às intimidações sobre a Gronelândia.

22 de janeiro de 2026 às 18:57

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse "não ter mais nada a acrescentar" sobre o decorrer da campanha para a corrida a Belém, quando questionado pelos jornalistas sobre se iria anunciar apoio a algum dos candidatos presidenciais. Luís Montenegro esteve reunido com os chefes de Estado do bloco europeu para discutir os princípios fundamentais da polícia externa da União Europeia, face às intimidações sobre a Gronelândia, um território autónomo da Dinamarca.

O primeiro-ministro realçou a importância de se manter uma "Europa firme" e que "uma visão alternativa às Nações Unidas" não terá o acolhimento de Portugal. "Espero ver reafirmada uma posição conjunta que possa ser um sinal expressivo para todo o contexto internacional de unidade, firmeza, colaboração", referiu Luís Montenegro. 

O encontro aconteceu depois de no passado fim de semana, o presidente norte-americano Donald Trump ter anunciado tarifas sobre oito países europeus, entre os quais seis Estados-membros da UE (Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos e Finlândia) e dois outros (Noruega e Reino Unido). Contudo, Donald Trump acabou por recuar e anunciou um acordo com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Mark Rutte, no que toca à Gronelândia, ficando as tarifas em suspenso. 

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