Barra Cofina

Correio da Manhã

Política

Não há diálogo para mais cortes

Primeiro-ministro lança o desafio para a Segurança Social.
José Rodrigues 18 de Abril de 2015 às 09:39
Passos Coelho quer cortar 600 milhões de euros nas pensões em 2016, e António Costa responde que ele sabe “ser antecipadamente inviável”
Passos Coelho quer cortar 600 milhões de euros nas pensões em 2016, e António Costa responde que ele sabe “ser antecipadamente inviável” FOTO: Tiago Petinga/Lusa e André Cotrim/Lusa

O PS "não tem a menor disponibilidade" para o diálogo que vise um corte de 600 milhões nas pensões em 2016. Esta foi a resposta de António Costa ao desafio de Passos Coelho, lançado ontem no Parlamento.

O líder do PS explicou que se trata de uma medida que o Governo "sabe ser antecipadamente inviável porque traduz, quase duplica, a última tentativa que fez, e que já foi declarada inconstitucional, de um corte de 372 milhões". No programa de estabilidade, o Governo não se refere a corte de pensões, mas a uma poupança de 600 milhões que pode chegar por via da receita.

Costa não reagiu à intenção de Passos de reduzir a TSU para as empresas na próxima legislatura, cujo custo o Governo não revelou. Sobre as suas propostas, o líder do PS remeteu para a apresentação do programa eleitoral no dia 6 de junho.

diálogo cortes ps psd primeiro-ministro antónio costa pedro passos coelho
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)