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Passos diz que é "prematuro" detalhar presença de Portugal na força de intervenção rápida

Membros da Aliança decidiram criar força de intervenção "muito reativa", que possa ser destacada em poucos dias.

05 de setembro de 2014 às 16:14

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse esta sexta-feira que é "prematuro" detalhar nesta fase como será a presença de Portugal na força de intervenção anunciada pelos membros da NATO.

"É natural que Portugal esteja também envolvido, como não pode deixar de ser, em todo o esforço aliado e o facto de haver agora a criação de uma força de alta prontidão constitui um desafio extremamente relevante que implica não apenas a necessidade de rever orçamentos mas implica também uma grande capacidade para partilhar recursos, desde logo recursos humanos também"", declarou o governante aos jornalistas portugueses.

Passos Coelho falava em Newport, no País de Gales, no final de dois dias de trabalho da cimeira da NATO, e no dia em que se soube que os membros da Aliança decidiram criar uma força de intervenção "muito reativa" que possa ser destacada em poucos dias para qualquer lugar do mundo, comandada a partir de uma "presença permanente" no leste europeu.

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