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Artigo exclusivo

Onze forças políticas procuram oportunidade no último debate antes das legislativas

Os partidos que não elegeram deputados em 2019 foram convidados pela RTP para se apresentarem.

19 de janeiro de 2022 às 01:30

Num debate na RTP interrompido por um súbito corte de luz, que tirou a palavra ao representante do Juntos Pelo Povo, Élvio Sousa, os onze partidos sem representação no parlamento encontraram um palco para expor as suas ideias. Jorge Nuno Sá, do Aliança (fundado por Pedro Santana Lopes), assume o partido como o "coração da direita", no sentido em que "não segrega", afasta-se da extrema-direita e da direita liberal" e mantém uma política "não confessional". Depois de Cidália Guerreiro, a representante do PCTP/MRPP, dizer que votar nos partidos que formaram a geringonça é um "voto em branco", Vitorino Silva, do RIR, defendeu que em Portugal "não há partidos grandes". Por parte do ERGUE-TE, José Pinto Coelho rejeitou o "multiculturalismo" e apelidou os últimos dois anos como "a fraude da pandemia", enquanto abraçava como objetivo político um corte "com o regime de Abril".

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