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Oposição anuncia chumbo da moção de confiança ao Governo

PCP apresenta iniciativa de censura ao Governo. Mas poderá, afinal, tornar-se num aliado inesperado do Executivo de Luís Montenegro.

02 de março de 2025 às 01:30

A moção de confiança com que o primeiro-ministro admitiu este sábado avançar, mas que ainda não deu como certa, tem já o futuro traçado: PS e Chega não darão a mão à Aliança Democrática (AD) e chumbarão a iniciativa. Se esta for apresentada e os principais partidos da oposição se mantiverem irredutíveis, o Executivo cairá.

Mas uma decisão surpreendente, após o discurso de Luís Montenegro, poderá baralhar as contas. Ao inicio da noite, o PCP anunciou uma moção de censura, a que não se aliarão os socialistas. A ação poderá levar a que o Governo recue na intenção de se submeter ao Parlamento e que, assim, continue em funções. “A moção de confiança é uma possibilidade que se coloca depois de os partidos se pronunciarem. Este é o tempo de os partidos da oposição falarem”, avançou, na CMTV, o ministro da Presidência.

António Leitão Amaro disse que, ao invés de novas eleições, “os portugueses querem que o País continue com estabilidade política”.

O PS foi o último a reagir, duas horas depois da comunicação.  “Vitimizou-se e atacou toda a gente”, afirmou o secretário-geral dos socialistas. Pedro Nuno Santos considerou que “a transmissão da quota não resolve nenhum problema”, lamentando que este, afinal, não tenha estado em exclusividade em São Bento e esteja agora a “chantagear os portugueses”.

Confirmou depois que chumbará a moção do Governo e que fará o mesmo com a do PCP.

O Chega foi o primeiro a pronunciar-se, para se afastar da AD. “É impossível viabilizar a confiança de um primeiro-ministro com este grau de suspeição”, frisou André Ventura, que votará favoravelmente a iniciativa do PCP e que, pelo meio, comparou o líder do Executivo a José Sócrates: “Não faria muito diferente.” 

E TAMBÉM

Responsabilidade

“Não queremos eleições. Haverá eleições se a oposição quiser. Se houver crise política é porque a oposição decidiu”, afirmou à CMTV o ministro da Presidência, frisando que tal significaria uma mudança de posição face à tomada, na semana passada, quanto à moção do Chega. “Este é o tempo dos partidos”, disse Leitão Amaro.

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