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Primeiro-ministro diz que adesão europeia "alterou de forma irreversível" rumo do país

Luís Montenegro discursava na cerimónia do 40.º aniversário da adesão de Portugal às Comunidades Europeias.

12 de junho de 2025 às 11:15

O primeiro-ministro defendeu esta quinta-feira que a adesão à então Comunidade Económica Europeia alterou "de forma irreversível" o rumo de Portugal e, 40 anos depois, pode afirmar-se convictamente que "foi a escolha certa".

Luís Montenegro discursava na cerimónia do 40.º aniversário da adesão de Portugal às Comunidades Europeias, que decorre no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e que conta com intervenções do Presidente da República, do presidente do Conselho Europeu, António Costa, e do antigo presidente da Comissão Europeia Durão Barroso.

"É com profundo orgulho, gratidão e responsabilidade que nos reunimos esta quinta-feira para assinalar os 40 anos da assinatura do Tratado de Adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia", afirmou Montenegro.

O primeiro-ministro recordou a cerimónia de há 40 anos, no mesmo local, a 12 de junho de 1985, defendendo que "constituiu um momento histórico que alterou de forma irreversível o rumo" do país.

"Saíamos, então, de um complexo processo de transição para a democracia, marcado pela instabilidade económica, por décadas de isolamento internacional e por profundas desigualdades sociais", referiu.

A entrada na CEE, considerou, "representou uma aposta estratégica que visava acelerar" o desenvolvimento económico e consolidar a democracia. "Hoje, quatro décadas depois, podemos afirmar com profunda convicção: foi a escolha certa", disse.

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