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PS anuncia subcomissão para acompanhar ações de emergência e de reconstrução após estragos provocados pela depressão

Partido agendou ainda um projeto de lei sobre camas sociais e relação dos hospitais com o setor social.

04 de fevereiro de 2026 às 13:38

O líder parlamentar do PS anunciou esta quarta-feira a criação de uma subcomissão, no âmbito da Comissão Parlamentar de Economia, para acompanhar as ações de emergência e de reconstrução após a devastação causada pela depressão Kristin.

Eurico Brilhante Dias falava aos jornalistas após a reunião da conferência de líderes, ocasião em que aproveitou para referir que a proposta do PS para a criação desta submissão especializada tinha sido aprovada.

"O PS entende que a Assembleia da República tem que acompanhar de forma muito próxima a emergência e a reconstrução. Por proposta do PS, vamos construir a partir daí a forma como vamos acompanhar quer as entidades no quadro da reconstrução, mas, também, a Proteção Civil e outras entidades da administração pública com impacto na reconstrução e no auxílio a pessoas e empresas depois desta fatalidade", declarou o líder parlamentar socialista.

Durante a reunião da conferência de líderes, segundo Eurico Brilhante Dias, o PS fez dois agendamentos, um de natureza potestativa para o próximo dia 18 sobre o subsídio social de mobilidade das regiões autónomas.

"É um elemento fundamental da integralidade territorial e de permitir aos habitantes dos arquipélagos dos Açores e da Madeira que possam vir ao continente", disse.

O PS agendou ainda um projeto de lei sobre camas sociais e relação dos hospitais com o setor social.

Após a passagem da depressão Kristin pelo território continental nacional, a Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram, depois, quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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