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PS lança baralho de cartas da AD e jogos online para criticar "Governo incompetente"

De acordo com o dirigente do PS, Eurico Brilhante Dias, "o país está pior" em áreas como a saúde, a educação, com "uma autêntica barafunda na questão dos exames", e na habitação.

16 de julho de 2026 às 07:19

O PS lança esta quinta-feira um baralho de cartas com membros do Governo da AD, jogos online como o solitário e um 'quiz' para mostrar aos portugueses que este é um "Governo ausente, incompetente e insensível".

No dia do debate do estado da nação na Assembleia da República, o grupo parlamentar do PS avança com esta iniciativa para que, de acordo com o presidente da bancada socialista, Eurico Brilhante Dias "os portugueses percebam como este Governo tem governado mal", apesar da herança deixada pelo PS.

De acordo com o dirigente do PS, "o país está pior" em áreas como a saúde, a educação -- com "uma autêntica barafunda na questão dos exames" -, na habitação.

"Por isso nós, de uma forma pedagógica, vamos permitir que os portugueses possam jogar um jogo (... ) onde possam perceber que, ao fim de mais de dois anos da governação de Luís Montenegro, temos um Governo ausente, incompetente e insensível", disse.

Eurico Brilhante Dias considerou que esta é uma "forma diferente de pautar este momento" e já com os olhos postos no verão, estando disponíveis na página do PS do parlamento jogos como o solitário, da memória e até tarot, além de um 'quiz'.

"Queremos os portugueses na praia com os telemóveis e em casa com os computadores a jogar um jogo que é o 'baralho da AD e as cartadas do PS', onde podem perceber que há um governo, há um partido que prometeu que o país ia crescer mais de 3% - há um partido e um governo que já o conseguiu, os governos do PS -- e este ainda não conseguiu, bem pelo contrário", explicou.

Eurico Brilhante Dias disse que fará chegar ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, um dos baralhos de cartas físicos, que têm desenhos dos ministros, os seus nomes em baixo e uma designação diferente em cima (por exemplo, Fernando Alexandre é o "ministro sem professores" e Ana Paula Martins a "dama curandeira do caos").

"A descoordenação entre o porta-voz do partido, o líder parlamentar, o ministro da Presidência e ele próprio é tanta nos últimos tempos, que vamos dar oportunidade a que possam jogar uma boa partida sueca, e com isso organizarem melhor a forma como se coordenam", ironizou.

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