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Reduções salariais estão em aberto

A polémica interna com as reduções salariais na Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) está adiada para Setembro. "O processo não está concluído. A administração não reuniu para avaliar o assunto. Não existe uma decisão. Está em aberto", afirmou ontem, ao CM, Alves Ferreira, director de planeamento, controlo e estratégia de comunicação.

06 de agosto de 2010 às 00:30

Em causa está uma decisão interna de pedir aos funcionários que cortem nos seus salários, ainda que a EPUL fale de "reduções voluntárias". Só quem ganha até mil euros fica isento. Para os restantes funcionários, a redução pode ir de 2 a 5 por cento. Há um mal-estar interno e teme-se represálias. Alves Ferreira sublinha que não haverá consequência, "positiva ou negativa". E reconhece que, face "ao alarme" criado em torno do assunto, "é natural que as pessoas se retraiam" na adesão à iniciativa.

Quanto ao facto de ter havido várias contratações, como as Paulo Silvério, Álvaro Sousa Santos, Francisco Carvalho, Pedro Pinto Ramalho, o responsável refere que ganham entre os dois e os três mil euros e foram contratados pelos seus currículos. "Há excesso de efectivos [ na EPUL] mas carência de competências", argumentou.

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