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Somos os verdadeiros revolucionários

O CDS assume-se como o verdadeiro partido “revolucionário” do século XXI. Pires de Lima, vice-presidente do partido e cabeça de lista pelo Porto, introduziu ontem a expressão no léxico do partido durante um debate numa tenda improvisada em plena Praça da República.

11 de fevereiro de 2005 às 00:00

“Nós somos os verdadeiros revolucionários do século XXI, cordatos, serenos”, afirmou. Paulo Portas ouviu atentamente e acrescentou ainda mais uma figura à estratégia de apelo ao voto útil na classe média, o do “herói social” que trabalha e cria riqueza, contrapondo com o imaginário dos heróis militares ou dos navegadores.

O vice-presidente voltou a atacar a carga socialista na Constituição e considerou que se vive “num regime condicionado pelo PREC” que divide a economia em capital e trabalho, um modelo da esquerda, responsável pelos baixos salários.

O líder do CDS-PP lembrou também que foi responsável pela manutenção e/ou criação de 4 mil empregos na Defesa e que na esquerda “é só conversa, é só conversa”.

No jantar com apoiantes em Vila de Rei, Castelo Branco, com o qual encerrou a jornada de campanha, Paulo Portas declarou que o PS está cada vez mais "nervoso" e "confuso" por o CDS-PP lhe estar a roubar votos. "Nós estamos a retirar deputados um por um aos socialistas", reclamou o líder do CDS-PP.

O cidadão conhecido como ‘emplastro’ fez questão de aparecer na Tenda de Debate do CDS. O staff tratou de fechar a porta no final para que Portas falasse aos jornalistas, não fosse a figura entrar em acção.

Cantores da ‘Operação Triunfo’ e dos ‘Ídolos’ animam hoje a iniciativa ‘Festa das Famílias’, em Santarém.

“Escolas superiores devem seguir a lógica da Empregabilidade”.

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