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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Artigo exclusivo

Pedro Nuno Santos quer "um País de topo" mas com apoios só para alguns

A ideia de ‘geringonça’ presente com o apelo a uma “comunidade nacional”.

08 de janeiro de 2024 às 01:30

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Isabel Mendes Lopes
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Pedro Fidalgo Marques
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“Agora é a nossa vez de iniciar uma nova etapa.” As primeiras palavras do discurso de encerramento do congresso do PS repisaram a ideia de corte com o passado. O País de Pedro Nuno é feito de uma sociedade onde o financiamento da Segurança Social vai ser revisto e onde “muitos setores altamente lucrativos mas com poucos trabalhadores” vão passar a contribuir mais. Um País onde o Estado não apoia todos os setores da economia, mas só aqueles que serão escolhidos como estratégicos para uma década, e que irão colocar Portugal não como “um País na média europeia”, mas um “País de topo”.

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