17 mortes nas praias em 3 meses de época balnear. Mais 11 mortes que em 2025
Balanço trágico. Maioria das mortes em praias não vigiadas.
Dezassete pessoas morreram em três meses de época balnear, revelou esta segunda-feira a Autoridade Marítima Nacional. São mais 11 mortes do que no mesmo período - 1 de maio a 31 de julho - de 2025. Foram ainda registados 868 salvamentos e 1606 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas. Doze mortes foram por afogamento e cinco por doença súbita.
A maior parte das mortes ocorreu em zonas não vigiadas. Dos doze afogamentos, só três foram em praias marítimas vigiadas (outros cinco em praias marítimas não vigiadas; dois em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente; e dois em zonas marítimas não vigiadas).
No caso das cinco mortes atribuídas a doenças súbitas, três ocorreram nas chamadas "outras zonas marítimas não vigiadas" e duas em "praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente".
Ou seja, em praias marítimas vigiadas ocorreram três mortes; em praias marítimas não vigiadas oito mortes; em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) quatro mortes; e em outras zonas marítimas não vigiadas dois acidentes mortais.
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