Aprender? Nem o improviso
Administração Interna tem uma resistência sectária ao emprego dos militares das Forças Armadas.
Administração Interna tem uma resistência sectária ao emprego dos militares das Forças Armadas.
Proibir tudo resulta em pessoas e grupos a quererem desobedecer a tudo.
Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros que há 30 anos partiram para a Bósnia.
Assistimos a falta de noção, de respeito e de capacidade técnica e política.
Em Caracas, o Exército é o poder. E para sacar Maduro muitos foram subornados ou tiveram promessas de amnistias. Mas Trump anunciou uma anexação.
Os sucessivos governos andam há muitos anos a desviar o olhar.
Quando se serra a eito deixa-se um rasto de cadáveres.
Em 2026 veremos como os ministros vão tratar o castelo da AD.
Leitão Amaro, ministro que se diz orgulhar de ser natural do Caramulo, quer que a sua terra deixe de ter jornais e revistas.
Governo empurra os polícias para o esgotamento, à custa do bolso de outros.
Plano de Trump é, na verdade, um veto de Putin às forças ocidentais na região.
Não se trata de procurar pelo no ovo; nesta altura já usa carapinha.
Em Sintra, primeira medida de Marco Almeida foi contentar Passos Coelho e dar dois pelouros ao Chega.
Baderna no Parlamento é mau serviço dos deputados aos portugueses.
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