Tem passado despercebido - menos aos que lá andaram - mas há 30 anos, feitos estes dias, um milhar de militares portugueses treinados em S. Jacinto (Aveiro) chegou (sob comando da NATO) à Bósnia-Herzegovina para a primeira missão operacional do Exército em solo europeu desde a I Guerra Mundial. Tal como o CEP de 1917, o 2º BIAT que (entre outras) foi guardar a estrada Sarajevo-Gorazde estava igualmente mal equipado a toda a linha para o inverno inclemente e as condições precárias que encontrou. As divergências de então, a missão e os seus custos principalmente humanos (cinco mortes, quatro delas logo no primeiro ano), ajudaram a mudar mentalidades e organização nas Forças Armadas; que expulsaram a política dos quartéis e se focaram nas operações. Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros que há 30 anos partiram para a Bósnia.
Assistimos a falta de noção, de respeito e de capacidade técnica e política.
Em Caracas, o Exército é o poder. E para sacar Maduro muitos foram subornados ou tiveram promessas de amnistias. Mas Trump anunciou uma anexação.
Os sucessivos governos andam há muitos anos a desviar o olhar.
Quando se serra a eito deixa-se um rasto de cadáveres.
Em 2026 veremos como os ministros vão tratar o castelo da AD.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos