Tem passado despercebido - menos aos que lá andaram - mas há 30 anos, feitos estes dias, um milhar de militares portugueses treinados em S. Jacinto (Aveiro) chegou (sob comando da NATO) à Bósnia-Herzegovina para a primeira missão operacional do Exército em solo europeu desde a I Guerra Mundial. Tal como o CEP de 1917, o 2º BIAT que (entre outras) foi guardar a estrada Sarajevo-Gorazde estava igualmente mal equipado a toda a linha para o inverno inclemente e as condições precárias que encontrou. As divergências de então, a missão e os seus custos principalmente humanos (cinco mortes, quatro delas logo no primeiro ano), ajudaram a mudar mentalidades e organização nas Forças Armadas; que expulsaram a política dos quartéis e se focaram nas operações. Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Um indivíduo perceciona pela visão estar a ouvir uma coisa, quando está de facto a ser dita uma outra.
Dificilmente Trump - que para já só alcançou o alastrar do conflito a toda a região - conseguirá algo sem tropas no terreno.
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra.
Não é admissível que, num desastre, o socorro chegue atrasado por falta de comunicações.
O PR tem razão, foi ele quem às TVs fez de porta-voz das Forças Armadas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos