Os desenhos animados ‘A Mais Louca Corrida do Mundo’ (Wacky Races, em Portugal em 1985) tinham 10 carros e personagens hilariantes a lutar pelo título de ‘Corredor Mais Louco do Mundo’. Faziam tudo para vencer. Até ‘abafar’ o presidente e anexar um país. Passando à frente da legitimidade dos EUA na Venezuela (não deito uma lágrima por Maduro ou pelo fato de treino Nike de 140€ que ontem vestia, e só me assusta o poder irrestrito de Trump) há que acautelar a quem é entregue o país com as maiores reservas de petróleo: o motivo de tudo. Em Caracas, o Exército é o poder e com o Chavismo disseminou pobreza, crime e levou à crise migratória. Os militares salvaram: Chávez no golpe de 2002, referendos e greves; e Maduro desde 2013, apesar da fome e racionamentos, prisões arbitrárias e sanções. É importante que os EUA acautelem um amanhã democrático onde a riqueza fique com os venezuelanos, nem que majorando os subornos e amnistias que ontem permitiram sacar Maduro. Mas Trump anunciou uma anexação, colocando-se e às petrolíferas americanas no Palácio Miraflores. Lá vem mais uma louca corrida. E já sabemos do que é capaz a Quadrilha Maravilha, os sete gangsters anões que são Trump e os que o rodeiam.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Em Caracas, o Exército é o poder. E para sacar Maduro muitos foram subornados ou tiveram promessas de amnistias. Mas Trump anunciou uma anexação.
Os sucessivos governos andam há muitos anos a desviar o olhar.
Quando se serra a eito deixa-se um rasto de cadáveres.
Em 2026 veremos como os ministros vão tratar o castelo da AD.
Leitão Amaro, ministro que se diz orgulhar de ser natural do Caramulo, quer que a sua terra deixe de ter jornais e revistas.
Governo empurra os polícias para o esgotamento, à custa do bolso de outros.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos