Quando não se pode confiar no Estado, confia-se no quê? Em julho de 2024, associações da GNR e sindicatos da PSP aceitaram um acordo proposto por um governo do atual primeiro-ministro. Além de alguns ganhos imediatos, ficou no papel que se discutiriam este ano outros avanços que os polícias entendem fundamentais. Tal não aconteceu. De forma premeditada, o Governo faltou à palavra. Duas consequências: vão regressar os protestos com polícias na rua; e o crime vai diminuir, porque vão cair drasticamente as detenções e ocorrências por via da chamada proatividade policial, como as fiscalizações de trânsito. Talvez seja esse o fito de Luís Montenegro, o que não deixa de perturbar. Fico abesbílico. Só foi oferecido aos polícias um aumento do valor dos gratificados, serviços fora de horário para privados ou autarquias, obviamente pagos por estes. O governo empurra os polícias para o esgotamento, à custa do bolso de outros.
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