Uma tempestade é previsível e cientistas antecipam por onde entra, a que horas e com que intensidade. Mas o governo reagiu à ‘Kristin’ com as calças na mão. A azáfama que se seguiu, com vídeo de autopromoção e visita a consolar aviões partidos, é energia que teria sido mais útil nos dias anteriores à tragédia. Faltou, novamente, planeamento e prevenção face ao alerta vermelho. Posicionar antecipadamente meios do Estado, autarquias e Forças Armadas (nas estruturas da Administração Interna há uma resistência sectária ao emprego dos militares em ações visíveis), e privados, como redes de energia, não teria parado o vento, mas ter-se-ia acudido às vítimas com rapidez e eficácia. A curva de aprendizagem da ministra da Administração Interna está igual ao eletrocardiograma de um morto. Sobre saber antecipar, recordo a aula de um dos melhores estrategistas e planeadores das últimas décadas, o almirante António Silva Ribeiro (já teria passado por cima dos burocratas e colocado os militares no terreno através dos autarcas, que são quem efetivamente sabe), que a seu tempo alertou que Portugal deve cortar com a tradição do deixa andar e “evitar o improviso como estado de espírito e o desenrascanço como atitude”.
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