Na semana anterior ao Natal morreram oito pescadores nos naufrágios de dois barcos portugueses, ao largo da costa continental. Todas as vítimas são indonésias - e terá sido por isso que rapidamente se deixou de falar nessas tragédias, embora ainda existam cinco corpos no mar. Uma fotorreportagem de Daniel Rodrigues publicada nos dias seguintes pela Fundação Francisco Manuel dos Santos descreve como centenas de pescadores indonésios trabalham hoje no Norte do país, colmatando a falta de mão de obra nacional. Só na Póvoa de Varzim são já meio milhar. Oito em cada dez pescadores são indonésios. Em causa os baixos rendimentos e a vida dura que afastam os portugueses do ofício. Sem estes imigrantes, o setor da pesca estava já paralisado.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Um indivíduo perceciona pela visão estar a ouvir uma coisa, quando está de facto a ser dita uma outra.
Dificilmente Trump - que para já só alcançou o alastrar do conflito a toda a região - conseguirá algo sem tropas no terreno.
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra.
Não é admissível que, num desastre, o socorro chegue atrasado por falta de comunicações.
O PR tem razão, foi ele quem às TVs fez de porta-voz das Forças Armadas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos