Ministério Público quer Diogo Gaspar em tribunal
Segundo o MP, o antigo diretor utilizou a sua posição e funções no Museu da Presidência para obter vantagens indevidas.
O Ministério Público pediu esta quinta-feira o julgamento do antigo diretor do Museu da Presidência da República, Diogo Gaspar, por abuso de poder, participação económica em negócio, falsificação de documento, peculato, tráfico de influência e branqueamento de capitais.
Nas suas alegações no debate instrutório da Operação Cavaleiro, Raul Soares da Veiga, advogado do arguido [no total há quatro arguidos] acusou o Ministério Público de declarações homofóbicas tendo como fundamento a avaliação das escutas presentes no processo.
Segundo o Ministério Público, Diogo Gaspar – acusado de 42 crimes – utilizou a sua posição e funções no Museu da Presidência para obter vantagens indevidas.
A decisão instrutória será conhecida em junho.
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