Amante de Rosa Grilo pede que julgamento se realize no Tribunal de Monsanto
Pedido já recusado foi feito numa contestação da acusação.
O amante de Rosa Grilo, António Joaquim, teme pela sua segurança no decorrer do julgamento que está marcado para o Tribunal de Loures. Prova disso mesmo é a contestação da acusação de António Joaquim à qual a Investigação CM teve acesso exclusivo.
No documento é feito um pedido para que o julgamento seja feito não em Loures, mas no Tribunal de Monsanto, para segurança dos próprios arguidos. Pedido esse que já foi recusado.
Prova disso mesmo é o pedido feito pela defesa de António Joaquim, na contestação da acusação, à qual a CMTV teve acesso exclusivo.
No Investigação CM desta quinta-feira é revelada essa contestação: "As salas do Tribunal de Loures não têm a capacidade para o número elevado de cidadãos que pretendem assistir ao julgamento, podendo advir complicações no acesso ao tribunal e à sala e, bem assim, à segurança dos próprio arguidos. Nestes termos, requer-se que o julgamento tenha lugar nas instalações do tribunal de Monsanto o único que tem, salvo melhor opinião, capacidade e condições de segurança para o julgamento em apreço".
Este pedido do amante de Rosa foi recusado. Assim, o julgamento da viúva e de António Joaquim vai acontecer mesmo no Tribunal de Loures.
O Investigação CM sabe ainda que António Joaquim, na contestação, apresenta ainda uma lista de 52 testemunhas que poderão ser chamadas a tribunal.
Dos nomes destacam-se dois procuradores do Ministério Público atualmente em funções. Também a irmão de Luís Grilo, Júlia Grilo, e o filho de Rosa Grilo e do triatleta fazem parte da lista, assim como o pai da viúva.
Rosa Grilo e António Joaquim estão acusados pelo Ministério Público de terem assassinado Luís Grilo. Na contestação da acusação, à qual a CMTV teve acesso exclusivo, todos os crimes são negados pelo arguido.
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