Diana Fialho julgada pela morte da professora do Montijo

Vítima foi drogada e morta à martelada em casa, carregada para um carro e queimada num descampado.

29 de junho de 2019 às 09:23
Amélia Fialho, com a filha adotiva, Diana Fialho, e o genro, Iuri Mata. Jovens são os principais suspeitos da morte da professora Foto: O Setubalense
Diana Fialho está detida pelo homicídio da mãe adotiva, Amélia Foto: Direitos Reservados
Diana Fialho Foto: Pedro Ferreira
Diana Fialho, ontem, no Tribunal do Barreiro. Está acusada de homicídio qualificado e profanação de cadáver Foto: Pedro Barreiro

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O Tribunal de Almada deverá começar a julgar, quinta-feira, Diana Fialho e Iuri Mata, o casal acusado pelo Ministério Público de matar Amélia, 59 anos, mãe adotiva da arguida, no Montijo, em setembro de 2018.

A vítima foi drogada e morta à martelada em casa, carregada para um carro e queimada num descampado. A audiência está marcada mas nesse dia prossegue a greve dos funcionários judiciais.

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A 10 de maio, o juiz Carlos Delca decidiu levá-los a julgamento.

Sublinhou que existem "indícios mais do que suficientes", como o cadáver encontrado, as imagens de Diana e Iúri (mulher e marido) a comprar gasolina e isqueiro, o sangue na casa onde residiam os três e o ADN da vítima nas roupas do casal.

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Segundo o Ministério Público, os arguidos "gizaram um plano" para matar Amélia Fialho, pois a relação entre esta e a filha adotiva, Diana, "era marcada por discussões e desacatos constantes por causa da relação amorosa entre os arguidos".

Após o crime, fizeram queixa na PSP do desaparecimento de Amélia e deram entrevistas.

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