Homicida diz que “gostava muito” da freira ‘Tona’

Pedida pena máxima para assassino de Maria Antónia Pinho.

10 de julho de 2020 às 08:13
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Alfredo Santos, o predador sexual que matou a freira Maria Antónia Pinho, ‘Tona’, de 61 anos, em setembro do ano passado, em São João da Madeira, voltou ontem a falar perante o coletivo de juízes do Tribunal de Santa Maria da Feira.O procurador pediu que o arguido seja condenado à pena máxima, 25 anos de cadeia. A freira, que aceitou dar boleia a Alfredo Santos, foi atacada com um golpe de mata-leão e com murros na cara e na cabeça. Depois, foi violada durante três horas. A certa altura, o homem percebeu que a vítima já estava morta, mas continuou com os atos sexuais. Depois, dormiu durante uma hora ao lado do cadáver.

“Estou arrependido. Sei que a matei, porque ela apareceu morta no meu quarto, mas não me lembro, porque estava alcoolizado e drogado. Eu gostava muito dela”, disse o arguido, que está em prisão preventiva. Alfredo Santos, de 50 anos, está acusado da violação e do homicídio da religiosa - também conhecida como a ‘freira radical’ por andar de moto - e o Ministério Público não tem dúvidas de que todos os factos da acusação foram dados como provados.

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O procurador pediu que o arguido seja condenado à pena máxima, 25 anos de cadeia. A freira, que aceitou dar boleia a Alfredo Santos, foi atacada com um golpe de mata-leão e com murros na cara e na cabeça. Depois, foi violada durante três horas. A certa altura, o homem percebeu que a vítima já estava morta, mas continuou com os atos sexuais. Depois, dormiu durante uma hora ao lado do cadáver.

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