Eduardo Cabrita arguido por atropelamento de trabalhador na A6
Acidente ocorreu em junho de 2021. Nuno Santos perdeu a vida.
Eduardo Cabrita vai ser esta sexta-feira constituído arguido no DIAP de Évora, no processo em que se investiga a morte de Nuno Santos, o trabalhador atropelado na A6, em junho do ano passado.O processo é paralelo ao que já seguiu para julgamento.
A decisão de reabrir o caso foi tomada pelo diretor daquele departamento do Ministério Público, depois de um pedido de intervenção hierárquica interposto pelo advogado da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados.
No requerimento, dirigido ao magistrado coordenador da comarca de Évora, o advogado Paulo Graça considerava que devia ser deduzida acusação penal contra o antigo ministro “pela prática, em autoria paralela e por omissão, do crime de homicídio por negligência”. Pedia ainda igual acusação para Nuno Dias, elemento da PSP e chefe de Segurança de Alta Entidade.
O Ministério Público decidiu esta reabertura do inquérito com o argumento de que o despacho que acusou o motorista nada referia de facto quer sobre a responsabilidade do então ministro, quer sobre o elemento da PSP que era o responsável pela segurança do carro.
O processo é paralelo ao que já seguiu para julgamento.
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