Suspeito de ter matado Diogo Pereira na casa de banho do bar Praxe fica em silêncio em tribunal
Um inspetor da PJ disse em tribunal não haver dúvidas quanto ao autor do crime.
A primeira sessão do julgamento do homicídio de Diogo Pereira, o jovem de 26 anos assassinado a tiro e à traição no bar Praxe, Paredes, no ano passado, ficou marcada pelo silêncio de Cláudio Pereira. O jovem de 17 anos acusado de dois crimes de homicídio, um deles na forma tentada, não quis prestar declarações perante o coletivo de juízes.
Durante a sessão, que decorreu no Tribunal de Penafiel, foi ouvido o pai de Diogo. Américo Pereira não conteve as lágrimas ao falar da relação próxima que tinha com o filho. Descreveu o jovem como “uma pessoa dedicada ao filho, à companheira e à família”. Tal como o CM noticiou, a família de Diogo pede uma indemnização de 600 mil euros para garantir o futuro do filho da vítima, agora com 6 anos. Um inspetor da PJ disse em tribunal não haver dúvidas quanto ao autor do crime.
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