Principal arguido do caso de burla a empreiteiros condenado a sete anos de prisão
Tribunal considerou que fazia das burlas o seu modo de vida.
O principal arguido do caso de burla qualificada a empreiteiros da construção civil, em 2021, foi esta segunda-feira condenado a sete anos de prisão pelo Tribunal de Vila Real.
O arguido confessou os crimes, indicando que o esquema servia para sustentar vício de jogo.
O caso remonta a 2021 e envolve um total de 13 arguidos, com idades compreendidas entre os 24 e os 60 anos.
O principal arguido do processo é um homem de 35 anos que chegou a julgamento acusado por 30 crimes de burla qualificada, de que foram vítimas empreiteiros e um ex-emigrante, e ainda 15 crimes de branqueamento e 19 crimes de uso de documento de identificação.
O coletivo de juízes do Tribunal de Vila Real aumentou o número de burlas para 31 e condenou o arguido a uma pena única de sete anos de prisão, considerando que fazia das burlas o seu modo de vida.
Para além dos empresários da construção civil, o arguido burlou também um ex-emigrante no Luxemburgo que convenceu de que seria capaz de reaver uma verba da Segurança Social daquele país por conta de duas operações a que foi submetido e burlou 16.800 euros.
Através do esquema de burlas, o arguido lucrou ilicitamente de 77 mil euros.
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