Clóvis Abreu acusado pela morte do PSP Fábio Guerra
Agressor que esteve ano e meio em fuga responde pela morte, duas tentadas e três agressões graves.
Clóvis Abreu, o terceiro dos agressores que mataram à pancada o agente da PSP Fábio Guerra, que tentou travar uma rixa à saída da discoteca Mome, em Lisboa, em março de 2022, foi acusado pelo Ministério Público pelo homicídio qualificado consumado deste polícia e pelo tentado de outro e de um civil, bem como de agressões graves a outros dois PSP.
Andou impunemente em fuga ano e meio - entregou-se em setembro passado e está em preventiva desde então -, mas vai agora sentar-se no banco dos réus, após os seus amigos e ex-fuzileiros Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko já terem sido condenados a 20 e 17 anos de prisão, respetivamente, pelos mesmos crimes.
Os despachos judiciais ao longo do processo demonstraram todos a participação de Clóvis Abreu nos crimes. Chegou a atingir um agente da PSP na cabeça com uma pedra. Os polícias tentaram travar agressões que Clóvis e os dois antigos militares - treinados em boxe - cometiam contra um civil, após um desentendimento à saída da discoteca.
Além da pedra, entre os factos apontados a Clóvis Abreu estão ainda pontapés na cabeça das vítimas, mesmo já com elas caídas no chão, bem como socos na face. Ao sair do local, em festa, Clóvis ainda gritou: “Eu sou o rei do Montijo!” A investigação esteve a cargo da Polícia Judiciária.
Clóvis Abreu, o terceiro dos agressores que mataram à pancada o agente da PSP Fábio Guerra, que tentou travar uma rixa à saída da discoteca Mome, em Lisboa, em março de 2022, foi acusado pelo Ministério Público pelo homicídio qualificado consumado deste polícia e pelo tentado de outro e de um civil, bem como de agressões graves a outros dois PSP. Andou impunemente em fuga ano e meio - entregou-se em setembro passado e está em preventiva desde então -, mas vai agora sentar-se no banco dos réus, após os seus amigos e ex-fuzileiros Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko já terem sido condenados a 20 e 17 anos de prisão, respetivamente, pelos mesmos crimes. Além da pedra, entre os factos apontados a Clóvis Abreu estão ainda pontapés na cabeça das vítimas, mesmo já com elas caídas no chão, bem como socos na face. Ao sair do local, em festa, Clóvis ainda gritou: “Eu sou o rei do Montijo!” A investigação esteve a cargo da Polícia Judiciária.
indemnização
O MP deduziu para o Estado Português um pedido de indemnização contra Clóvis Abreu de 184 437,58 euros.
Indemnização que o tribunal mandou Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko pagar à família de Fábio Guerra. Estado pagou 176 250 euros.
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