Comandante da GNR de Tavira acusado de tortura
Caso remonta a abril de 2025, quando o homem foi apanhado a roubar bicicletas.
O Ministério Público acusou o comandante da GNR de Tavira de tortura a um cidadão luso-marroquino que tinha sido apanhado a roubar bicicletas numa praia da zona.
O caso remonta a 1 de abril de 2025, quando na altura da detenção, o cidadão ofereceu resistência e ambos agrediram-se. O suspeito sofreu ferimentos na cara e no corpo, o comandnante numa mão. Depois de ser algemado, o detido foi novamente agredido pelo comandante, algo que se terá repetido na esquadra, durante os dois dias que esteve detido.
Ao semanário Expresso, o comandante Ricardo Sousa nega ter batido no detido.
O suspeito terá apresentado ainda queixa de outro militar da GNR, mas o caso foi arquivado.
O militar da GNR foi entretanto afastado do posto de Tavira, estando agora a trabalhar numa unidade operacional da GNR a pedido do Ministério Público.
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